Por que renovar a concessão?

É notório que o serviço ferroviário de passageiros precisa melhorar ainda mais, por ser um importante meio de transporte que estrutura o desenvolvimento da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Por isso, a transparência nas informações é indispensável para entendermos como funciona a concessão do serviço. Quanto mais esclarecimentos forem feitos sobre esse tema, mais a população poderá apoiar o desenvolvimento desse transporte. É importante lembrar que no período entre 1984 e 1998, a demanda diária foi reduzida de 1.000.000 de passageiros para meros 145 mil. Esta redução de passageiros não se deu pelo preço, mas sim pela péssima qualidade do serviço que era prestado, obrigando os passageiros a optarem por outro meio de transporte, gerando o caos nas ruas e avenidas do Rio.

Com o objetivo de recuperar esse sistema que estava completamente abandonado, foi celebrado em 1998, o contrato de concessão, que estabeleceu compromissos de investimentos da concessionária (SuperVia) e do poder concedente (Estado). Com isso, foi possível uma economia para os cofres do Estado de mais de US$ 1,6 bilhões de dólares, valor correspondente aos subsídios que o Estado deixou de gastar com a operação do sistema no período 1998/2009. E o resultado desses investimentos pode ser comprovado pelo crescimento da quantidade de passageiros transportados e pela melhora significativa do cumprimento da programação de trens, que são fiscalizados de forma permanente pelo poder público, através da agência reguladora. Em 1998, antes da concessão, eram transportados 145 mil passageiros por dia útil, com uma pontualidade inferior a 30%. Hoje, são transportados mais de 510 mil passageiros por dia útil, com uma pontualidade média de 90%, o melhor índice já registrado na história desse sistema.

Com prazo inicial de 25 anos, a concessão pode ser renovada por mais 25. Portanto, restam alguns anos para o final do primeiro período de concessão. Como já vimos, o sistema necessita de investimentos adicionais e significativos para transformá-lo num transporte de excelência. Mais de 70% da frota é de composições antigas e sem ar condicionado, com uma quantidade aquém do desejado em todos os ramais. Importante entender que para melhorar esse cenário é necessário atrair o interesse do capital privado. E para isso, o prazo de concessão deve ser adequado, pois os investimentos em infraestrutura exigem um longo prazo de maturação e retorno. Nesse sentido, é extremamente necessário assegurar a prorrogação do contrato por mais 25 anos, o que já é previsto no contrato atual.

O objetivo da renovação é totalmente voltado para o bem estar social que uma melhoria do transporte ferroviário pode trazer. O aumento do prazo permitirá um aporte de capital expressivo, para fazer frente a investimentos superiores a R$ 2,3 bilhões, para compra de 120 novos trens, reforma e colocação de ar condicionado em 73 outras composições, adequações na infraestrutura e estações, aquisição de um sistema novo e moderno de sinalização, dentre outras melhorias. Estes investimentos permitirão melhorar a qualidade dos serviços e ampliar a capacidade de transporte do sistema. Com isto, a demanda aumentará permitindo que uma maior parcela da população possa se beneficiar utilizando um transporte muito mais rápido e seguro, com preço compatível.

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Novos Trens Chineses

O Governo do Estado do Rio de Janeiro divulgou o design interno e externo dos 30 novos trens que serão entregues à SuperVia em 2011. Mais do que a beleza e modernidade, o projeto visa oferecer conforto para quem usa, opera e mantém. De acordo com o cronograma de entrega, o primeiro será desembarcado no Rio em março. Depois, chegarão três composições em junho. De julho a novembro, haverá remessas mensais de quatro trens. O último lote, de seis, está previsto para dezembro de 2011.

Trem Chines - exterior

Com a chegada desses 30 novos trens, a empresa irá retirar de circulação 14 composições antigas, aumentando o conforto e a confiabilidade do sistema. Com capacidade para transportar 1.300 passageiros, os novos trens possuem diversas vantagens técnicas, como por exemplo: tração em corrente alternada, ar condicionado com controle automático de temperatura, sistema de acoplamento automático, sistema de portas com detecção de obstrução, painéis eletrônicos e televisores, computador de bordo, sonorização, câmeras de segurança, sistema de lubrificação de frisos, intercomunicador de emergência e sinalização luminosa de acordo com a norma de acessibilidade (NBR 14021). Confira abaixo outras características dos novos trens:

Cabine

Possui câmeras nas laterais (tipo retrovisor), que permite a monitoração pelo piloto de toda a plataforma sem precisar se afastar do posto de comando na cabine.

Cores

Será utilizada a cor azul (que é a cor do Estado e também uma das cores da SuperVia).

Assentos

Confeccionado em fibra, o assento possui um encosto acolchoado em tecido sintético.

Lugares Especiais

São oito assentos de cor diferenciada em cada carro e, nos carros motores, há espaços especiais para cadeirantes.

Trem Chines - interior

Display

Localizados nas cabeceiras e centros dos carros, tem como função transmitir informações aos passageiros.

Câmeras

Serão instaladas quatro câmeras em cada carro, possibilitando ao maquinista ter a vigilância visual de qualquer solicitação de emergência.

TV LCD

Serão instalados quatro televisores LCD, com o objetivo de possibilitar parcerias comerciais e ações educativas e institucionais do governo.

Bagageiro

Este item busca atender uma solicitação recorrente dos passageiros, que é um local para colocar seus volumes.

Pega-mão

Será duplo, em duas alturas diferentes e com posicionamento e afastamento adequado ao maior conforto do cliente.

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Relacionamento com as Comunidades

São onze municípios e mais de 30 comunidades no entorno das estações. Com essa abrangência, o relacionamento com as associações de moradores destas regiões torna-se fundamental para a operação e o desenvolvimento do sistema ferroviário. Em muitas localidades, a SuperVia é uma referência de empresa organizada, legalmente constituída, onde há uma boa convivência, sendo muito importante construir e manter uma parceria produtiva com os moradores.

Recentemente, vimos danos de grandes proporções no Rio de Janeiro, decorrente das fortes chuvas que atingiram o Estado, causando vítimas e deixando milhares de famílias desabrigadas. Imediatamente, a empresa doou cinco toneladas de alimentos, 200 colchonetes e mais de mil itens de vestuário para as comunidades afetadas, localizadas próximas à linha do trem.

Além disso, os nossos profissionais e clientes contribuíram significativamente nesta campanha, doando mais de 500 itens de roupas e sapatos, 300 kg de alimentos e 150 itens de higiene pessoal, através dos postos de doações montados nas estações e setores administrativos.

Os donativos recolhidos foram todos entregues aos líderes das associações de moradores, que fizeram a distribuição para as famílias, nas comunidades: Mandela e CCPL, em Manguinhos; Bandeira 1 e Morro do Engenho, em Del Castilho; Bandeira 2, em Pilares; Morro do Céu, em Senador Camará; Terra Nostra, em Costa Barros; Palmeirinha, em Honório Gurgel; Parada de Lucas; Vigário Geral e Jacarezinho.

Juntos, SuperVia e clientes, fizeram a diferença e ajudaram centenas de famílias a recomeçarem suas vidas.

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Meu Lugar Preferido

Com o objetivo de resgatar a identidade e a memória do subúrbio e incentivar a visitação por turistas e cariocas, a SuperVia lança a campanha “Meu Lugar Preferido”. Em janeiro, a empresa realizou uma enquete nas estações e no site para os clientes indicarem qual seria o seu lugar favorito. Destas indicações, 21 atrações próximas às estações de trem foram escolhidas e fotografadas, compondo assim a campanha de publicidade. Foram criadas peças para outdoors, busdoors, bancas de jornal, painéis nas estações e spots em diversas rádios, além dos cartões postais distribuídos em bares, restaurantes, pontos culturais e locais de grande circulação. Confira algumas fotos no vídeo abaixo ou acesse www.supervia.com.br/omeulugarpreferido

Sistema de Transporte do RJ

Antes da concessão dos trens urbanos, o abandono do principal meio de transporte de massa permitiu a proliferação dos transportes rodoviários legais e ilegais e, consequentemente, o caos urbano. Cada trem de quatro carros, com capacidade para 1.000 passageiros, que saía do sistema, correspondia a 13 ônibus ou 84 vans. O resultado disso foi o aumento do trânsito e da poluição, a piora da qualidade de vida da população e o aumento dos gastos das prefeituras na manutenção das vias públicas.

Os investimentos nos transportes de massa (trens e metrô) e a implantação de novas regras do Governo do Estado para as vans intermunicipais foram passos importantes para reverter esse quadro. No entanto, o foco da discussão recai sobre a ausência de transporte legal (ônibus, trens e metrô) que ampare estes passageiros que deixaram de ter o transporte ilegal disponível. O primeiro item a ser observado é que uma mudança na rotina sempre causa transtornos. Mudam-se os hábitos, trajetos e modais, potencializando a tensão para o cumprimento dos horários. O segundo item é a discussão sobre a real importância das vans no sistema de transportes.

Se olharmos de forma individual, seria muito mais cômodo cada cidadão ter uma linha de van disponível na porta da sua casa que o leve para o seu destino. Mas imagine isso apenas na sua rua, onde milhares de pessoas teriam cada uma a sua van disponível. Não é preciso evoluir mais nestes cálculos para concluir pela inviabilidade deste projeto. Claro que, individualmente, pode parecer muito bom, mas no seu conjunto prejudica a todos, inclusive os próprios usuários.

O transporte de massa (trens e metrô) existe para fazer as grandes movimentações populacionais e viabilizar o deslocamento nas regiões metropolitanas. Já os ônibus (de preferência cada vez maiores ou articulados), fazem o papel de alimentadores destes grandes eixos troncais, fazendo trajetos de curta distância. Esta receita, que para muitos pode parecer óbvia, requer decisão política e determinação da sociedade para que funcione e melhore a vida das pessoas.

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O vandalismo é inaceitável

Em momentos como o vivido pelo sistema de transporte ferroviário no dia 25 de março de 2010 é absolutamente fundamental o uso da racionalidade na análise do evento para que toda a sociedade possa entender e fazer o correto juízo de valor sobre os fatos.

O trem das 06h31min, que faz o trajeto Saracuruna – Central do Brasil, apresentou um problema operacional no sistema de ar condicionado, o que impossibilitou a partida. O próximo trem, das 06h58min apresentou um problema operacional no pantógrafo e também não partiu – os dois problemas estão sendo investigados por técnicos da empresa e policiais da DDSD (Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados) – após isso, um trem extra foi deslocado chegando à estação às 07h18min, mas sua partida foi impossibilitada por atos intencionais de terceiros, que vandalizaram a estação e os dois trens que estavam parados na plataforma. A polícia foi chamada chegando ao local com duas guarnições às 07h50min. Às 08h40min chegou reforço policial. O trem partiu às 08h44min e a situação pode se normalizar, após danos expressivos ao patrimônio público. Neste ramal são realizadas 103 viagens, com 11 composições, sendo 3 com ar condicionado. No entanto, no dia seguinte (26/02/2010) só teve uma com ar por causa do evento.

A SuperVia assumiu a concessão do transporte ferroviário em 1998 transportando 145 mil passageiros/dia, com pontualidade de 27%, com um sistema de infraestrutura degradado e um total abandono das estações e sistemas operacionais. Este cenário gravou na memória dos cidadãos uma imagem multo depreciativa do sistema ferroviário. Desde então o serviço elevou a regularidade para 99% e a pontualidade para 90%. Hoje, transportamos cerca de 500 mil passageiros/dia, com alguns trens novos e outros reformados. As estações foram revitalizadas e os sistemas recuperados, incluindo via permanente, rede aérea e subestações. Mais investimentos e aquisição de novos trens já estão em curso.

A SuperVia respeita seus clientes e faz todos os esforços possíveis no sentido de aprimorar continuamente seus serviços. A empresa tem limitações também e reconhece que o sistema pode melhorar. No entanto, os eventos do dia 25/03/2010 são inaceitáveis e não podem ser considerados corriqueiros. A violência de alguns poucos interrompeu a circulação naquela estação, colocou a vida de pessoas em risco e deixou um rastro de destruição e prejuízo para a sociedade.

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O que é uma concessão de serviço público?

Primeiro precisamos entender que concessão de serviço público não é o mesmo que privatização. Na privatização ocorre a venda de todos os ativos para um particular, vencedor do processo licitatório. A concessão tem outro caráter. É um contrato pelo qual, mediante também um processo licitatório regular, o Estado transfere a administração e operação de um serviço público à iniciativa privada, por prazo determinado.

No caso da SuperVia, todo o sistema ferroviário de passageiros da Região Metropolitana do Rio de Janeiro (estações, trens, oficinas e etc.) continuam a ser propriedade do Estado do Rio de Janeiro. Ao final do prazo de concessão (25 anos, renováveis por mais 25 anos), o sistema retornará ao Estado, incluindo todos os investimentos feitos.

É importante destacar que, antes da concessão, o Estado do Rio de Janeiro subsidiava o sistema ferroviário com aportes de US$ 150 milhões por ano, apenas para mantê-lo em funcionamento. Ou seja, em 11 anos de concessão, o Estado deixou de gastar mais de US$ 1.6 bilhões (dólares norte americanos). Esse montante pôde servir para investimentos em diversas áreas, como por exemplo, educação, segurança, saneamento básico, habitação e o próprio transporte.

Como rege qualquer contrato dessa natureza, existem compromissos do Poder Concedente (Estado) e da Concessionária (SuperVia). No caso da SuperVia, muitos investimentos já foram realizados, o que melhorou significativamente o serviço. Afinal, não é à toa que a cada ano mais pessoas adotam o trem como o principal meio de transporte (em 1998, o sistema atendia diariamente 145 mil passageiros e atualmente beneficia 500 mil). Quem ganha com isso é a própria sociedade com um serviço mais eficiente (rápido, barato e seguro), além, é claro, da economia de recursos para o Estado.

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Boa Convivência

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Trabalhadores, desempregados, religiosos, sambistas, estudantes, fumantes, não-fumantes, dorminhocos, desordeiros, ordeiros e mais outras dezenas de passageiros convivem diariamente dentro do nosso sistema. Esse é o típico retrato do Rio de Janeiro, com pessoas de hábitos e culturas distintas. Temos orgulho de ser do Estado do Rio de Janeiro e aprendemos a conviver bem com essa diversidade, sem discriminação nem preconceitos.

Desta forma, precisamos deixar claro todas as regras que tornam esta convivência possível e saudável. E este espaço é muito útil para esclarecermos e debatermos alguns pontos. Afinal de contas, fazemos parte da história, pois o Rio passa por aqui.

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Manifestações Religiosas

Caro leitor,

Pela repercussão do assunto junto à imprensa e, em especial junto aos nossos clientes, entendemos por bem esclarecer para a população os fatos e últimos acontecimentos relacionados à decisão judicial envolvendo a prática de atos religiosos no interior dos trens da SuperVia.

A primeira coisa que se deve entender, é que esta ação foi movida pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro contra a SuperVia, tendo como argumento principal o fato de se estar “utilizando vagões de trens como palanque para cultos e realização de pregações religiosas, com o concurso de instrumentos musicais, gritarias e até mesmo ofensas e menosprezo àqueles que professam diferente fé”.

Ante as alegações do Ministério Público e antes mesmo de qualquer pronunciamento por parte da SuperVia, o juiz da causa decidiu que a SuperVia deveria retirar todos os instrumentos musicais, aparelhos de som e microfones de passageiros que estivessem fazendo qualquer tipo de manifestação religiosa, além de garantir a interrupção das referidas pregações, ainda que por meio de força policial. É o que se chama, no jargão jurídico, de decisão liminar.

Diante de tal decisão, recorremos ao Tribunal de Justiça e conseguimos amenizar bastante a referida ordem judicial, que passou a ser no sentido de afixar avisos nas bilheterias informando ao público acerca da proibição de realização de manifestações religiosas, o que já foi feito, e acionar a Polícia Militar sempre que se constatar a prática dos referidos atos religiosos, sob pena de multa diária no valor de R$ 1.000,00 (mil reais).

Ato seguinte, tivemos o cuidado de organizar encontros, onde reunimos líderes religiosos de todos os ramais, com o intuito de esclarecer a decisão do juiz e pedir apoio das comunidades para que pudéssemos cumprir tal determinação. Nesta oportunidade, ficou claro para os líderes religiosos que em momento algum concordamos com a proposta da ação e que a melhor maneira de tratar a questão seria através da apresentação de argumentos ao Poder Judiciário pelos próprios líderes religiosos.

Reconhecemos que pode haver abuso na prática das referidas manifestações, o que perturba os demais passageiros. Esses excessos precisam ser coibidos legalmente para prover a boa convivência de todos, pois entendemos que a diversidade de raças, credos, sexo e níveis sociais está presente nos trens e é um dos pilares da democracia.

Agradecemos a atenção dos leitores e esperamos ter esclarecido o ocorrido e demonstrado, de maneira clara, que respeitamos a todos.

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VIDA: Programas Sociais

 

É com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento das regiões por onde passa que a SuperVia criou o VIDA, o programa de responsabilidade social da Empresa que atua com as seguintes vertentes: educação, cultura e desenvolvimento social.

Nesse post, você que participa do nosso Blog vai saber um pouco mais sobre o trabalho do VIDA, na linha educacional.

Uma das ações é o projeto de educação ambiental. Nele, a área de Meio Ambiente da SuperVia treina diversas pessoas para se tornarem multiplicadores ambientais. Dentre os participantes, há profissionais que trabalham em ONG´s, nas Prefeituras, em Cooperativas e moradores de comunidades. Eles aprendem sobre a destinação correta dos resíduos, tem noções de saúde pública e levam esse conhecimento à outros, com o objetivo de implantar melhorias e permitir a coleta seletiva no local onde atuam.

A SuperVia realiza ainda a educação ambiental de porta em porta. Uma equipe de profissionais visita dezenas de comunidades ao longo do ano indo de casa em casa distribuir folhetos e instruir os moradores sobre o descarte correto do lixo e os riscos, inclusive para a saúde, de se jogar lixo em qualquer lugar. Ao término das visitas, a SuperVia instala coletores de lixo para incentivar o descarte correto.

E não pára por aí. Outro projeto da Empresa é o Por Dentro da SuperVia, no qual milhares de estudantes das redes pública e particular de ensino embarcam no trem e vão até o Centro de Controle Operacional da SuperVia conhecer de perto o trabalho e a trajetória da Empresa. Além disso, nossos convidados recebem noções de cidadania e educação ambiental. Esse projeto dura o ano todo. Para inscrever sua turma, basta entrar em contato com o SuperVia Fone pelo telefone: 0800 726 94 94. Aproveite!

Em breve, colocaremos aqui no nosso Blog mais informações sobre o VIDA. Fique por dentro! Comente e acompanhe!

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