Manifestações Religiosas

Categoria: Institucional

Caro leitor,

Pela repercussão do assunto junto à imprensa e, em especial junto aos nossos clientes, entendemos por bem esclarecer para a população os fatos e últimos acontecimentos relacionados à decisão judicial envolvendo a prática de atos religiosos no interior dos trens da SuperVia.

A primeira coisa que se deve entender, é que esta ação foi movida pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro contra a SuperVia, tendo como argumento principal o fato de se estar “utilizando vagões de trens como palanque para cultos e realização de pregações religiosas, com o concurso de instrumentos musicais, gritarias e até mesmo ofensas e menosprezo àqueles que professam diferente fé”.

Ante as alegações do Ministério Público e antes mesmo de qualquer pronunciamento por parte da SuperVia, o juiz da causa decidiu que a SuperVia deveria retirar todos os instrumentos musicais, aparelhos de som e microfones de passageiros que estivessem fazendo qualquer tipo de manifestação religiosa, além de garantir a interrupção das referidas pregações, ainda que por meio de força policial. É o que se chama, no jargão jurídico, de decisão liminar.

Diante de tal decisão, recorremos ao Tribunal de Justiça e conseguimos amenizar bastante a referida ordem judicial, que passou a ser no sentido de afixar avisos nas bilheterias informando ao público acerca da proibição de realização de manifestações religiosas, o que já foi feito, e acionar a Polícia Militar sempre que se constatar a prática dos referidos atos religiosos, sob pena de multa diária no valor de R$ 1.000,00 (mil reais).

Ato seguinte, tivemos o cuidado de organizar encontros, onde reunimos líderes religiosos de todos os ramais, com o intuito de esclarecer a decisão do juiz e pedir apoio das comunidades para que pudéssemos cumprir tal determinação. Nesta oportunidade, ficou claro para os líderes religiosos que em momento algum concordamos com a proposta da ação e que a melhor maneira de tratar a questão seria através da apresentação de argumentos ao Poder Judiciário pelos próprios líderes religiosos.

Reconhecemos que pode haver abuso na prática das referidas manifestações, o que perturba os demais passageiros. Esses excessos precisam ser coibidos legalmente para prover a boa convivência de todos, pois entendemos que a diversidade de raças, credos, sexo e níveis sociais está presente nos trens e é um dos pilares da democracia.

Agradecemos a atenção dos leitores e esperamos ter esclarecido o ocorrido e demonstrado, de maneira clara, que respeitamos a todos.

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32 comentários para “Manifestações Religiosas”

  1. amei o comentario sobre as manifestações religiosa me ajudo muito no meu trabalho.obrigado………………………..

  2. Heloisa Santos, nossa quanta ignorancia, se no vagão tivesse um pagode,samba ou musica católica , gente fumando voce estaria reclamando? NÃO, sou evangélico e não aceito aquelas manifestações dentro dos trens,existe várias formas de evangelizar como um simples ato de entregar um folheto com uma mensagem de Deus.

    Quantas vezes estava cansado e queria tirar um coxilo e eles não deixavam, e quantas vezes um grupo de pessoas cantando samba acabaram com o meu descanso.

  3. Tem que proibir também pagode, funk, samba e o uso de celulares com MP3 sem fone de ouvido nos trens.Sou evangélico naõ aceito aquele gritaria dentro dos trens existe va´rias formas de evangelizar como um simples ato de entregar um folheto com uma mensagem de Deus.

    Mais as igrejas tem entrar na justiça pois isso é preconceito se tem que proibir, tem que proibir todo tipo de musica dentro dos vagões, inclusive propaganda politica.

  4. Só para finalizar: É devido à diversidade de raças, credos, sexo e níveis sociais presentes no trem que cada um deve respeitar o espaço do outro e não dificultar a convivência entre os grupos. Assim evitamos uma guerra santa no trem, pois imagina se os adeptos do candomblé, espiritismo também resolvessem se manifestar.
    O Brasil é um país laico, cada um com sua crença no ambiente próprio pra isso e não forçando ninguém a nada.
    Eu respeito a crença dos outros e quero ser respeitada também, o que não acontece no terceiro vagão (do final pro começo) frequentemente.

  5. Escrevo para cobrar mais fiscalização por parte da Supervia pois as manifestações religiosas continuam ocorrendo. Há cerca de um mês exigi dos passageiros que parassem de cantar seus louvores, chamei um dos fiscais que ficam nas estações e eles fizeram pouco caso diante do abuso dos “crentes” e ainda tive de ouvir de uma passageira, ao exigir o cumprimento da lei, que “se estava incomodada, que me mudasse, pois havia muitos vagoes disponíveis” e que “os crentes tinham direitos a ter o SEU vagão”. Bem, os vagões são todos propriedades da Supervia e do Estado, não? Ou agora eles podem ter donos? No mais, se acham importante ter um vagão para manifestações, acho coerente que os umbandistas e cadomblecistas possam levar seus atabaques para fazer seus cultos também, afinal de contas, também estariam manifestando sua religião. Fica a pergunta: OS EVANGÉLICOS ESTÃO DISPOSTOS A DIVIDIR O ESPAÇO COM OUTRAS MANIFESTAÇÕES RELIGIOSAS?

  6. Nota do Blog
    Juliana, obrigado pelo contato. Importante entender que a SuperVia apenas tem que cumpre com a legislação divulgando a proibição através de cartazes e avisos sonoros. Reconhecemos que mesmo assim pode haver abuso na prática das referidas manifestações, o que perturba os demais passageiros. Esses excessos precisam ser coibidos legalmente, através do acionamento da Polícia Militar, para prover a boa convivência de todos, pois entendemos que a diversidade de raças, credos, sexo e níveis sociais está presente nos trens e é um dos pilares da democracia.

  7. Ontem viajei num trem do ramal central-japeri, que saiu às 19h13 da central, estava sentada tranquila qdo 3 senhoras em pé na minha frente começaram a manifestação religiosa.
    Uma menina do meu lado conversou educadamente com 1 das senhoras que disse que elas sabem que é proibido, mas mesmo assim o fazem.
    Uma profunda falta de respeito, eu trabalho 9 hs por dia, enfrento trem cheio e qdo estou sentada sou obrigada a aturar isso?
    E o que mais me deixa indignada é que a SUPERVIA faz vista grossa pra isso. Não há um guarda que proíba isso. E é corriqueiro, não há uma viagem neste ramal que não haja evangélicos pregando (e mal) e cantando no terceiro vagão (de trás pra frente) sem que sejam importunados.
    A quem devo recorrer?? À Supervia, à polícia ou ao Ministério Público?

  8. Nota do Blog
    Olá Eduardo. Leia atentamente o post sobre manifestações religiosas. Trata-se de uma determinação do Ministério Público. A empresa é obrigada a cumprir esta determinação.

  9. Corrigindo o horário:
    Não é 9:45, mas sim 7:45.

  10. Sexta-feira (18/06/2010) entrei no segundo vagão do Ramal Belford Roxo as 9:45 da manhã. E começou a GRITARIA! Não me considero evangélico, mas minha família INTEIRA é. Conversei com eles sobre isso e chegamos a conclusão que meios de transportes não foram feitos para manifestações de qualquer tipo. Se uma pessoa ou outra quiser entregar um folheto, conversar com um ou com outro em particular dentro do trem sobre sua religião (no caso evagelizar de forma educada), não existe problema. Mas do jeito que foi na sexta não dá. O meu dia é MUITO corrido, logo estudo inglês pelo áudio do meu celular com o fone de ouvido. Tento aproveitar esta uma hora de viagem para algo produtivo. MAS neste dia foi IMPOSSÍVEL. Acredito que a SuperVia está ali para me proporcionar uma viagem tranquila, segura e com “conforto” dentro das condições possíveis. Eu não ouço música sem fone de ouvido porque ninguém é obrigado a ouvir o que eu quero. Respeitar as pessoas é mínimo que cada um tinha que fazer. Imaginem um terreiro de Candomblé ou Umbanda dentro do trem… O povo dançando e cantando e com batuques. INVIÁVEL, não é mesmo? Não é nada contra a religião, mas é impossível. Os trens estão ali para transportar pessoas e não para ser um lugar de adoração de qualquer tipo. Filmei tudo o que aconteceu na sexta. Vou fazer uma denúncia oficial pelo site e vou enviar as filmagens para um conhecido que trabalha na parte interna de reportagens da Globo. Segunda-feira quero ver o RJTV lá.

  11. Supervia proibir manifestação religiosa nos trens, isso foi um absurdo!!! tem coisas mais importante que poderiam fazer e não fazem.

  12. Parabéns ao Ministério Público, ao tomar uma rica decisão em contrariar os princípios da Constituição Federal, neste país chamado Brasil, se preocupam tanto com os Sermões Pregados dentro de vagões e esquecem do Sermões que deveriam colocar em prática na corrupção, no craque, nos marivilhosos políticos. O fank é uma culta maravilhosa, olhem, apreciem o nível intelectual deles, e o melhor de tudo é que muitos são movidos a craque, mais como é cultura então pode, não esqueçam dos pagodeiros isso sim é cultura, “beber, cair e urinar” … Então vamos colocar a polícia em ação, os exemplares policiais do Rio de Janeiro Cidade maravilhosa, um exemplo de segurança contra a Máfia dos Evangélicos, pessoas que matam por cantarem louvores e que cometem atos de vandalismo por extrapolarem em suas pregações; ao invés de combater os crimes equiparados a hediondos, o Ministério Público teve a brilhante ideia em tomar medidas preventivas contra os perigosos Evangélicos, e para isso vamos colocar a Incorruptível Polícia Militar o nosso orgulho para combater tais atitudes… Parabéns!!!

  13. Eu acho que tudo em questão deveria ser proibido: pregações, samba, pagode e funk. Temos que respeitar quem não gosta dessa barulheira, que são muitos. Se eu estiver num vagão e começarem a tocar funk, samba, pagode ou axé, eu troco de vagão. Não acho certo aquela pregação também. É muito chato ficar ouvindo aquilo tudo num trem.

  14. O BRASIL É UM ESTADO LAICO, onde todo cidadão brasileiro tem a liberdade de expressar a sua religião, desde que o faça dentro da lei.em um país democrático de direito como o Brasil, todos estão sujeito lei, embora existam pessoas na sociedade que queiram previlégio exclusivo em detrimento dos direitos dos outros. se a atitude de uma pessoa lesa o direito de alguém, esta pessoa é uma forte candidata a sofrer o rigor da lei.
    um forte abraço a todos

  15. Nota SuperVia
    Caro Vitor, obrigado pelas sugestões. Primeiramente é importante ressaltar que a SuperVia não faz nenhuma discriminação de raça, credo ou classe social. Sobre as manifestações nos trens, é importante esclarecer que a SuperVia é réu no processo e apenas cumpre a determinação judicial. Por esta razão, o pleito do cliente deve ser apresentado diretamente ao Ministério Público, assim como eventual pleito de proibição de outras manifestações, religiosas ou não.

  16. Gostaria de deixar minha sugestão p/ SuperVia: gostaria que vocês tentassem conseguir no MP, permissão p/ manifestações de qualquer tipo no horário de menor movimento no sistema. Se não, tentassem a proibição outros tipos de manifestação, alem da religiosa. Direitos iguais: se os evangélicos não podem, por que os pagodeiros, funkeiros, etc. podem?

  17. Minha Querida MIchelle;
    É necessário pensarmos e refletirmos sobre a igualdade de direitos. Você disse que os evangélicos utilizam vários vagoes (o que também não acho correto) para seus cultos. Disse também que eles cantam e fazem muito barulho. Pois bem, os passageiros do pagode também cantam, fazem muito barulho (inclusive com pandeiro), ficam de pé em cima dos bancos com sapatos (o que suja os assentos e também as calças do(a) passageiro(a) que sentará posteriormente no mesmo lugar, em uma outra viagem). Além disso, entornam cerveja no chão e nos demais passageiros (quando o trem fica lotado). Após o consumo, as latinhas de cerveja são deixadas no chão ou são jogadas pela janela. E não termina aí… Já vi e também ouvi funcionários (maquinistas) comentando que alguns impedem o fechamento das portas do trem, para “desaguar” o que sobrou do excesso de cerveja que ingeriram, emporcalhando a plataforma com urina (isso ocorreu na Estação Nova Iguaçu). Resumindo: os evangélicos incomodam mais do que pessoas que cometem essas atitudes?

  18. Meu caro amigo, Paulo Hellmann.
    Não creio que o sermão dentro de um vagão de trem seja um ato de vandalismo. Sei que alguns passageiros não gostam e sei também que, em certos casos, ocorrem abusos. Mas o vandalismo ao que eu fiz referencia, são danos a equipamentos da ferrovia. Diferentemente das torcidas organizadas, que batem nas janelas dos trens, pixam e cometem outros atos de vandalismo.

  19. Lamento os fatos: culto evangélico, não pode; pagode, pode; funk, pode; jogos de azar, podem; arrastão, pode; entorpercentes, sem comentários; descaso com os passageiros, o que falar; discriminar, evidente que pode. Discriminam pelo vagão feminino e discriminam pelo pensamento religioso no sistema de transporte público em falta de respeito o que diz a Constituição Federal (Cidadã).

  20. gostaria de informar que os trens que partem de santa cruz com direçao ao central do brasil e passam na estaçao de campo grande as 06:50/e 07:05 ainda tem pessoas “cantando louvores” do 4º vagao em diante , ja nao basta vir lotado que nao da nem para tirar o pe do lugar .tem que ficar aguentando a barulheira e nao adianta falar que se o pagode pode por que outras manifestaçoes nao, pois os vagoes no horario da manha que estam mais ou menos sao justamente esses , e enquanto o pagode a noite vc ainda tem opçao de escolha pois ja sabemos em qual vagao vai estar ou no 1º ou no ultimo .sem mais boa noite

  21. Nota do Blog
    Caro Paulo, o blog foi criado com o objetivo de esclarecer e debater assuntos relacionados à administração do sistema ferroviário de passageiros da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Todos os comentários postados, que não possuem ofensas ou palavras agressivas são disponibilizados no blog. Aqueles que demandam uma resposta da empresa são postados junto com a resposta. Agradecemos mais uma vez o seu contato.

  22. Nota do Blog
    Caro Fábio. Suas observações se referem ao comportamento das pessoas e não às atitudes e ações da empresa. Por isso, não postamos no blog. As críticas são sempre bem-vindas e devidamente respondidas, conforme outros posts. Agradecemos seu contato e pedimos sua compreensão.

  23. Não entendi, fiz um comentario ontem, o mesmo foi postado mas retirado da lista……… pq ??
    so pq fiz perguntas muito pertinentes ?
    O blog so serve para aumentar a vitrine da Supervia e não para aumentar uma realidade ??

    Não entendi

  24. Excelente iniciativa tanto do Ministério Público quanto da Supervia e da PM. Espero que continue assim.
    É uma enorme falta de respeito ter que aturar a gritaria dessas pessoas às 7h da manhã ou no fim do dia cansado do trabalho, quando queremos mais é sossego na volta pra casa.
    Quem quiser cumprir suas obrigações religiosas vá na igreja que é o local adequado para isso.
    Imagino se todos fossem requerer o mesmo direito dos evangélicos e houvesse um vagão da macumba, um vagão dos muçulmanos e hindus, outro vagão dos ateus, mais um pro funkeiros e pagodeiros…
    Infelizmente, os evangelicos que se dizem tao corretos e seguidores dos ensinamentos de Cristo nao respeitam a Decisão judicial e continuam realizando a “infernal ” gritaria diaria.

  25. Caro Elias, ficar pregando dentro dos trens incomodando os outros não é vandalismo?

  26. Muito obrigado pelos trens extras, na sexta feira santa. Será muito bom se, nos próximos eventos evangélicos, houvesse trens extras também. O povo cristão é exemplo como passageiro e não comete atos de vandalismo. Podem verificar.

  27. Não entendo que lei é essa que discrimina a “manifestação religiosa” (olha que não sou adepto ao culto protestante, até porque sou de formação católica) mas não se incomoda com “manifestações culturais”.
    Por exemplo, eu não suporto funk e nem pagode, mas para o Ministério Público não há mal nenhum ter um vagão exclusivo para isso.
    Então, porque não providenciar um vagão para o culto religioso, tendo em vista a igualdade de direitos. Ou, proibir tambpem qualquer tipo de manifestação cultural dentro dos vagões. Sim, porque assim como um evangélico incomoda tanto uma pessoa realizando o seu culto, também um pagodeiro ou funkeiro incomoda (e no meu ponto de vista) até mais.
    Vamos pensar nisso!

  28. Sei que a própria SuperVia não tem o poder para autorizar novamente as manifestações. Mas fica aqui esse comentário. Creio que a maioria pensa também dessa forma. Será que só as manifestações religiosas incomodam? Se lugar de religião é na Igreja, lugar de samba e pagode é na birosca!!!

  29. Sou totalmente contra a decisão do MP. Como disse a Amiga Cristiane Pereira, proibem-se os cultos porem o samba pode, o pagode também, a cerveja também e todo o resto. Quando as manifestações eram realizadas, era apenas em um vagão por trem (cada trem possui 06, 08 e até 09 vagoes) Ninguem era obrigado a viajar naquele vagão. Aqueles que não desejassem ouvir, poderiam passar para outro vagão. Não temos que fazer isso quando, sem querer, entramos no vagão feminino? Pode ter ocorrido abusos, como o pessoal da SuperVia disse, porem não é justo fazer tal proibição. Se isto tem de ser proibido, tem de se proibir toda e qualquer manifestação (religiosa ou não).

  30. Ainda bem que tiraram essas manifestações.
    O pessoal não trabalha e acha que isso dá o direito de perturbar quem volta do trabalho cansado.
    Lugar de religião é na igreja.

  31. Tudo Bem!!!

    Fazer cultos não pode, mais pagode pode porque é cultura, que cultura é essa que pode xingar, fazer xixi nos vagões, se esfregar nos maridos dos outros, brigar e etc… isso pode.
    Deveria sim permitir os cultos, mais com limites.

  32. Excelente iniciativa tanto do Ministério Público quanto da Supervia e da PM. Espero que continue assim.
    É uma enorme falta de respeito ter que aturar a gritaria dessas pessoas às 7h da manhã ou no fim do dia cansado do trabalho, quando queremos mais é sossego na volta pra casa.
    Quem quiser cumprir suas obrigações religiosas vá na igreja que é o local adequado para isso.
    Imagino se todos fossem requerer o mesmo direito dos evangélicos e houvesse um vagão da macumba, um vagão dos muçulmanos e hindus, outro vagão dos ateus, mais um pro funkeiros e pagodeiros…

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