Exposição de para-brisas de trens vandalizados na Central do Brasil
Os atos de vandalismo contra o sistema ferroviário do Rio vão na contramão dos investimentos realizados nos últimos anos pela SuperVia.
Para se ter uma ideia da complexidade do problema, na substituição de um para-brisa atingido por pedras ou outros objetos, por exemplo, o trem precisa ficar parado na oficina por dois dias, o que representa 36 viagens a menos.
Em 2016 foi registrada uma média de um para-brisa quebrado a cada dois dias. Só este ano, já foram gastos mais de R$ 181 mil, e a estimativa é que R$ 1,8 milhão ainda precise ser destinado a trocas já programadas de peças que estão danificadas.
Para ajudar na sensibilização desse tema à população, no período de 11/04 a 21/04, a estação Central do Brasil receberá uma exposição de para-brisas de trens vandalizados.
Venha conferir.
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